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Cada vez mais como uma marioneta que puxa as suas próprias cordas, deixava-se levar pela multidão. Mantinha-se indiferente, enquanto procurava e desbravava lentamente o caminho até ao seu âmago para descobrir quem era. Parecia agir num acto clandestino, contudo a verdadeira questão estava nas marionetas. Olhou em redor e interrogou-se, Não havia mais ninguém naquela luta de não ser a multidão?

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